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2 características de liderança que podem ser ensinadas

Mercado
27/06/2016

É possível formar um líder ou a liderança é uma característica inata? O famoso consultor Jack Welch, lendário CEO da General Electric, publicou um artigo recente no LinkedIn em que comenta sobre o que pode ser ensinado sobre liderança. As dicas são importantes para os empreendedores na gestão de seus funcionários, sobretudo nos momentos de contratação de pessoas.

Para Welch, há cinco traços fundamentais quando se fala em liderança. Dois deles podem ser ensinados. Antes de destacar essas características, o consultor ressalta em seu texto que a integridade, a inteligência e a maturidade emocional são competências consideradas básicas e pressupostas para qualquer líder – e portanto não entram em sua conta dos cinco traços essenciais.

Os três primeiros pontos, que são inatos, são:

- Energia positiva – é a “capacidade de fazer várias coisas, com disposição e atitude positiva nas situações boas e ruins”;

- Capacidade de contagiar outras pessoas – os líderes conseguem liberar sua energia positiva para encarar qualquer problema;

- Entusiasmo – líderes se importam de verdade com algo ou com as pessoas. São indivíduos que suam a camisa.

A partir desses três pontos, Welch lista as duas caraterísticas que podem ser ensinadas às pessoas. A primeira delas (ou o quarto ponto da lista total) é a firmeza. Os líderes tomam decisões difíceis. São pessoas que dizem sim ou não, em vez de ficar em dúvida. Outra característica que pode ser ensinada é a capacidade de realizar, de fazer acontecer.

Welch destaca que novos funcionários raramente mostram todas essas características. Por isso, é importante dar espaço para que as pessoas enfrentem situações em que a liderança é posta à prova. “Firmeza e realização são, em grande parte, uma função da autoconfiança. Você pode dizer sim ou não de maneira muito melhor quando já fez isso várias vezes e viu como ser decidido funciona bem”, afirma.

Pessoas em funções de liderança também se beneficiam da experiência cotidiana, sentindo na pele como é fazer algo com rapidez, exigir responsabilidade de seus subordinados e recompensar os bons resultados. Na prática é mais fácil guardar a lição dos danos causados por não fazer algo acontecer.


Essa notícia foi publicada no site Pequenas Empresas e Grandes Negócios, em 21/07/2016

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