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Maioria dos profissionais não sonha em chegar ao topo das empresas

Mercado
13/04/2015

Além do desafio de treinar e desenvolver funcionários para cargos de liderança, as empresas devem enfrentar mais uma dificuldade em um futuro próximo – encontrar profissionais que, de fato, queiram chegar aos níveis mais altos da organização.

Um levantamento da rede de profissionais de RH WorkplaceTrends.com e da empresa de tecnologia Saba, com cerca de mil profissionais de recursos humanos e mil funcionários de empresas de oito países, aponta uma discrepância entre as expectativas das companhias ao selecionar gestores e as prioridades de empregados de diversas idades.

Só 11% dos funcionários entrevistados aspiram chegar a cargos de diretoria e presidência. Dentre eles, só 36% são mulheres e 31% são parte da geração Y, nascida entre 1980 a meados da década de 90. Ao mesmo tempo, menos da metade dos gestores de RH (47%) dizem ter disponibilidade de talentos internos para ocupar os cargos de liderança da empresa, e 30% reportam dificuldades para preencher cargos sêniores.

Com as mudanças geracionais no mercado de trabalho, que terá presença cada vez mais ampla das novas gerações, esse cenário revela que muitas empresas estão colocando o futuro da sua liderança em risco, diz Emily He, diretora de marketing da Saba. "A abordagem das empresas ao encontrar, desenvolver e inspirar líderes precisa mudar e atingir todos os níveis", diz.

Embora 39% das empresas ofereçam programas de desenvolvimento de liderança, apenas 15% dos funcionários entrevistados sentem que o treinamento que eles recebem da organização onde trabalham os prepara para assumir uma posição de mais responsabilidade.

Esta notícia foi publicada no site do Valor Econômico, em 10/04/2015 

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