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Soluções para a inclusão de pessoas com deficiência

Mercado
30/11/-1

 

Programa visa a administração da diversidade como um diferencial competitivo onde há espaço para que todos ganhem com a prática.

A Lei nº 8.213/91, conhecida como a Lei de Cotas, institui que as empresas devem garantir vagas a pessoas com deficiência física. Apesar de ser uma lei social, nem todas as empresas cumprem esse papel, ainda que obedeçam a lei.

O IDORT/SP, como agente promotor e incentivador da educação, do desenvolvimento social e de igualdade, lançou o Programa de Inclusão de Pessoas com Deficiência, a fim de preparar as empresas para receber os clientes e incluir pessoas com deficiência no quadro de funcionários levando em conta o o contexto e os objetivos a serem alcançados.

Assim, o instituto desenvolveu soluções específicas, que vão desde um diagnóstico da empresa e apresentação de resultados, passando pela sensibilização, treinamento de colaboradores e equipe, até o acompanhamento pós-contratação e auditoria.

“O treinamento é reforçado em diversas ocasiões. Técnicos, equipe de gestão de talentos, supervisores, médicos do trabalho entre outros passam por preparações a fim de criar ambientes inclusivos”, explica Ângela Lindegger, gerente da Unidade Dignidade do IDORT/SP. A ação “Marketing Social”, por exemplo, busca garantir o bem estar social por meio de atitudes, comportamentos e práticas individuais e coletivas, orientadas por preceitos éticos e direitos humanos.

Para lançar o programa, o IDORT/SP partiu do princípio de que ações isoladas, pontuais e aleatórias não trazem resultados na inclusão. É sabido que a Lei de cotas é uma lei de assistência social, que as empresas muitas vezes apenas preocupam-se em cumpri-la, sem nenhum comprometimento com o lado social da mesma. Contratam pessoas com deficiência, mas muitas vezes elas ficam isoladas ou até mesmo trabalhando de casa – já que muitas empresas ainda não estão adaptadas para receber o deficiente. Ou seja, o papel social da lei fica esquecido em último plano. “Muitas vezes não há uma preocupação efetiva com a inclusão propriamente dita dessas pessoas; não há interação, sensibilização para gestores e colaboradores, tampouco programas de capacitação e de desenvolvimento integrados. A conseqüência disso é o problema da retenção dos portadores de deficiência, que por não encontrarem ambientes adaptados, acabam saindo das empresas”, conclui Ângela.

Atento às necessidades desses colaboradores com necessidades especiais, o IDORT/SP desenvolveu estratégias que englobam diversas questões, garantindo a uniformidade em todas as áreas e hierarquias da empresa. Dessa forma, trabalha para a melhoria no clima organizacional, o fortalecimento da marca, a construção de um valor diferencial, a transformação cultural e contribuição efetiva para o desenvolvimento social.

Essa notícia foi publicada no RH Central, em 04/05/10.

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