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Tecnologia para RH: high-tech e high-touch é possível?

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Confira o que os especialistas têm a dizer sobre os dois modelos de trabalho e como a tecnologia para RH pode ajudar durante a pandemia

A adoção de tecnologia para RH ganhou mais destaque durante o isolamento social e o home office. Neste contexto pandêmico, as mudanças que eram vistas como um risco à mão-de-obra humana puderam ser vistas em um novo ângulo: como facilitadoras.

Sobre esse cenário, Renata Pessoa, Diretora de Soluções Corporativas da Tecnologia da Rede Globo, cliente da LG lugar de gente há 20 anos, ressalta a necessidade de equilíbrio entre as duas coisas.

Para ela, apesar do trabalho remoto e as ferramentas tecnológicas terem sido adotadas por muitas empresas, em um primeiro momento, pela necessidade, é importante achar uma boa proporção entre os modelos. “É preciso ter um equilíbrio para que a gente consiga trazer o melhor de cada mundo. O melhor de cada canal de trabalho, presencialmente ou no home office”, diz.

Para isso, a transformação digital deve alcançar todas as áreas da uma organização. É o que destaca Heverton Peixoto, CEO da Wiz, também cliente da LG. Ele mostra que essa mudança deve fazer parte de uma visão de negócios a médio e longo prazo, e que esse é um tema que não se restringe apenas à área de tecnologia das companhias. Por isso, as empresas sem estratégias tecnológicas sentiram mais o impacto causado por tantas mudanças repentinas.

Tecnologia para RH

A implantação de soluções tecnológicas para o RH está cada vez mais relacionada à necessidade de a companhia colocar em prática um planejamento estratégico. Esse projeto deve ser encarado como forma de alcançar uma posição na disputa pelo mercado atual, que busca simplicidade e humanização.

Sobre isso, Felipe Azevedo, Vice-Presidente da LG lugar de gente, destaca a tendência de colocar o usuário no centro das aplicações e como isso pode mudar o resultado. “Primeiramente, deve-se pensar na experiência e como a pessoa se relaciona com aquilo. A tecnologia é o meio de tornar isso mais interessante”, aponta. 

Como exemplo, ele cita o processo seletivo inteligente, solução que associa tecnologia e gestão de pessoas para definir o melhor perfil de contratação para cada função. O diferencial de utilizar um algo personalizado e inovador está em proporcionar uma ótima primeira experiência do candidato com a marca, diferente de quando o processo seletivo ainda é o modelo tradicional. Para Felipe, é preciso deixar de lado o método antigo e investir na tecnologia para RH. “Temos que aproximar esses mundos e a tecnologia está disponível”, reforça. 

Dessa forma, quando a implementação de ferramentas tecnológicas envolvem a agenda de vários setores de uma empresa e não apenas os líderes da TI o resultado é mais satisfatório. 

Nesse sentido, Heverton Peixoto exemplifica que na Wiz já é recorrente o planejamento de “tech” estar atrelado à gestão de pessoas. Na companhia, a liderança da área de RH vem do setor de negócios digitais. “Isso tudo só comprovou a nossa tese de que a gente precisa olhar a área de uma forma diferente”, afirma.

A tecnologia no RH é inimiga do calor humano?

Com a transformação digital, um grande dilema cerca os profissionais responsáveis pela gestão de pessoas: como achar um equilíbrio na relação entre o capital humano e o tecnológico?   

Embora a combinação ainda deixe receios quanto ao calor humano do relacionamento direto entre pessoas, Renata Pessoa acredita que, agora, mais do que nunca, o high-tech e o high-touch devem andar juntos. “Temos a oportunidade de colocar essa transformação como aposta do que será daqui para frente, em equilíbrio, de forma muito mais fluida do que antes seria”, garante a especialista.  

Nesse cenário de adaptação, um dos desafios que as empresas enfrentam é o uso adequado das ferramentas tecnológicas. Contudo, Felipe Azevedo destaca que as empresas não devem se esconder atrás das tecnologias e sim, usá-las a seu favor. “Acredito que a tecnologia vem para agregar produtividade, gerar mais informações e reduzir processos operacionais”, ressalta.

Mantenha o foco nas pessoas

Entretanto, o que fará a diferença nesse momento será o foco na experiência dos colaboradores, principalmente durante o trabalho remoto. Como evidencia Heverton, sem essa atenção, a adaptação ao home office seria mais complicada. “Não encararia o home office sem esses momentos de proximidade, feedbacks um a um, conversas e o sentimento de pertencimento. Nós acreditamos no ferramental para otimizar a experiência”. 

Diante de tudo isso, os profissionais de tecnologia e recursos humanos precisam considerar qual a melhor tecnologia para RH e o momento para sua utilização.  Por isso, o Vice-presidente da LG lugar de gente enfatiza que “as empresas não podem ter uma corrida para adotar um ‘mundo’ de tecnologias porque é tendência. Cada organização tem uma maturidade e é preciso entender o que faz sentido”. 

Por fim, Heverton reforça que é preciso encontrar uma maneira de seguir com a dinâmica high-tech, mas assegurando uma aproximação com os colaboradores. “É preciso garantir que a pessoa sinta-se em casa”, completa.

Para se adaptar à transformação digital, é preciso trabalhar com quem sabe do que está falando. Há 35 anos a LG lugar de gente oferece tecnologia que otimiza o trabalho do RH e permite que a área tenha mais tempo para focar nas pessoas. Clique aqui e conheça todas as soluções que irão tornar o seu RH high-tech mas sem perder o high-touch.

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Foto de Flaviane Paiva

Flaviane Paiva

Gerente de Marketing da LG lugar de gente, jornalista por formação, com mais de 15 anos de experiência acompanhando as transformações da tecnologia aplicada à gestão do capital humano. Ao longo dessa trajetória, tenho liderado times, enfrentado desafios diversos e me aprofundado em temas de liderança, o que me levou a concluir um MBA em Liderança Estratégica.

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